segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Luto

Dedico este post ao Engenheiro Carlos Alberto Cremonesi, com quem trabalhei por quase dois anos, em dois períodos. Sr. Carlos, como chamava a secretária dele, ou Dr. Cremonesi, por seus clientes, foi responsável por abrir uma porta e um leque de oportunidades para aprender e ver a Segurança do Trabalho de forma ampla.

Replico uma matéria publicada no Diário de São Paulo abaixo que descreve a pessoa que foi.

Agradeço a Thays Helena e ao Emerson Santos, pessoas que conviveram com ele que me deram essa triste notícia.

À familia, desejo muita força para superar essa perda.


Morre o engenheiro Carlos Alberto Cremonesi


O sonho de se tornar engenheiro sempre acompanhou Carlos Alberto Cremonesi. A irmã, a administradora hospitalar Thereza Cremonesi, lembra que nas ruas do bairro da Aclimação, na Zona Sul, onde cresceram, ele já brincava de fazer projetos e cálculos com seus carrinhos. Para concretizar seus planos, nunca mediu esforços.

Mergulhou nos estudos e prestou exame para o concorrido vestibular do Mackenzie assim que concluiu o antigo curso científico. Passou entre os primeiros colocados, como era esperado.

No decorrer do curso, a paixão e a vocação pela profissão que escolheu logo chamaram a atenção de seus professores e também dos colegas. Carlos se destacava em quase todas as ocasiões por seu esforço e pelos trabalhos sempre elaborados e muito cuidadosos.

No último ano, optou pela engenharia metalúrgica. Perfeccionista, nunca abandonou os estudos. Nem mesmo ao se dividir entre o amor e a profissão. Aceitou trabalhar no Nordeste, longe da família, mas se casou antes e seguiu ao lado da mulher. O casal teve dois filhos - uma assistente social e um engenheiro -, hoje casados, pais de duas crianças e moradores de São Paulo. Outros dois filhos nasceram do segundo casamento - uma engenheira de 21 anos e um estudante de direito de 18 - e moram com a mãe em Goiânia (GO).

Os filhos eram outra paixão que ele se dedicou durante toda a vida. Segundo Thereza, seu irmão, mesmo longe, vinha sempre a São Paulo visitar a família e amigos de infância. Carlos morreu no último dia 8, aos 64 anos, segundo a irmã, de forma repentina.


Fonte: http://www.diariosp.com.br/index.php?id=/dia_a_dia/minuto_de_silencio/materia.php&cd_matia=10307

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